não sei o que se passa comigo. Pinto o Porto de olhos fechados como um barco encalhado ou como uma cidade sempre prestes a zarpar. As firmes amarras a flutuar e as janelas urbanas caem no rio como âncoras no mar. A fixação do lugar, a ressaca, a mutação dos olhares e tudo em grão a desbotar... parece doido este pincel...
20 04 2022

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