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domingo, 28 de setembro de 2025

"Estaleiro do Morgado"
Casa da Cultura de Paranhos

Muitas
fotos de

as Tintas dançaram com Manhattan!

Os anjinhos da Corujeira,
marcaram presença!
~
A amizade continuará a ser
a melhor Obra de Arte...




A tarde na Casa da Cultura de Paranhos, não foi só Arte, isso era a desculpa perfeita. A Exposição Transe & Som no fundo foi também um reencontro de Amigos. Foi uma viagem emocional através de histórias de amizade. Fica o sentimento de um evento de cores, música, livros, conversas e de celebração.

Bem Hajam!

quinta-feira, 25 de setembro de 2025

S.O.S.  Porto 
Transe & Som
Há um Campo Lindo para  reunir os amigos. Do Porto Tónico passado numa mostra individual, sobrou a amizade especial de duas  Artistas Plásticas muito Belas. O espelho das  vaidades ficou assim mais partilhado. Imaginada a pintura da Manela como poesia já devidamente  limada e pronta a editar, dança a pintura da Luz em farrapinhos azuis, poesia em bruto para as linhas e demais desvios. Ainda no forno, desligada a forja, fica o espaço e a expectativa em branco para a cerâmica da iluminada Henriques. Falar do Martin, não. Somos ambos aprendizes e aulas assim, com tão brilhantes Mestras, convém passar despercebido. Fica o olhar atento à possibilidade da redenção e  da levitação dos sentidos. Esta Transe & Som tem como sonho final o poder dar as mãos a tão belas mãos. Para uma fusão de uma Arte mais aberta, mais alargada em termos humanos. Uma espécie de Mural com Moral! De mãos dadas, uma Obra/Grito que fosse a bomba atómica contra a fome e contra a guerra. Isto  para fugir à evangelização dos costumes, digo que a grande Obra foi feita. Feita por Deus. Mas Deus é uma  Entidade Cósmica! O seu Edifício tem em letras douradas toda a informação. DEUS - Domínio Empírico Usado Sábiamente. (vendo esta descoberta por um preço modesto). Nós, humaninhos, partículas ridículas de coisa nenhuma, caminhamos soberbos, rumo ao Farol de todos os naufrágios... Se ao menos a Arte servisse para alguma coisa...  Temos ainda as palavras pintadas da Jeannine que desce das Américas a evocar o nosso Douro filigrânico onde abraça com refinada  mestria o Sr. Eiffel a juntar as margens. A guardar as margens temos ainda a voz da Sameiro, para uma exposição que começa em Manhattan e acaba em Guimarães, num concerto dos Jethro Tull.  Coisas destas não acontecem todos os dias...
Um abraço muito especial ao Pedro Melo que me vinha buscar ao Gerês e mais especial ainda à Just Natur, que não permitiu tal maratona.