a menina de Caminha
Estou em frente do Palco. Assim que o silêncio avança para dar lugar aos primeiros acordes, a Fuji começa a tremer nas minhas mãos. Quer ir para ali, quer ir para acolá. Procura ângulos impossíveis e perspectivas impensáveis. Por vezes tenho de lhe bater para se portar bem...
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a menina dos auto-retratos impossíveis
No caos aprendi a nadar, na praia da despedida. Num momento tão frágil, foi quando me vi a sorrir pela beleza mais básica
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a menina para além do Artesanato...
Como diria Anatole France, tanto na arte como no amor, basta o instinto.
Movida pela paixão, encantada pela criação e com a expressão, fascinada pela visão, entretida por devaneios cheios de emoção, consumida pela inspiração.



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